Poema Orgasmo Subliminar, de Marcelo Moreira

Larvas e vermes conduzem a dança
Largados em cena de ruas estreitas
Evocam dos céus prazeres banidos
O culto aos vícios dos machos e fêmeas
Num quarto escuro, romances profundos
O lado selvagem dos bichos e bestas
Orgias e caos aos olhos intrusos
Frequências mundanas, fregueses espreitam

Os filhos de Baco
Penetram nos becos do palco do engano
Transgridem esquinas do corpo astral
Magia dual, teatro profano
Luxúria real, suicidas mentais

Nos campos etéreos, reflexos quânticos
Ritos eróticos são termodinâmicos
Os ogros psíquicos dos orbes dantescos
Os sonhos impuros de dor e desejo
Buracos imundos da “glória” humana
Paixões pervertidas, amores doentes
Dos atos nocivos, abismos do Tantra
Força vital, ações deprimentes
Laços da mente, cegueira insana
Canais negativos, reações decadentes
Dos fluidos do Inferno à loucura romana.

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