Poema Balada da Barba, de Marina Feldhues

Eu já acreditei em muitas barbas nessa vida…
Cerradas, falhadas, bem feitas, umas grandes, outras aparadas.
E hoje estou aqui,
Nem um bigode sobrou pra mim.

Peço uma cerveja com muito colarinho
Para sentir o toque de um leve bigodinho
E relembrar das noites de amor…

Do tempo em que tinha meu rosto arranhado
E meus ouvidos carregados
De mentiras de amor.

Agora, depois de mais um abandono,
A cerveja já secou meu pranto,
Vou ser feliz e viver…
Deixarei minha barba crescer!

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s